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O que diz a ciência médica sobre a castidade?


O irmão de um aluno do ginásio, estudante na Universidade, dizia-lhe, depois de haver lido o meu livro: “Está bem: a coisa não é assim tão grave. É belíssimo o que se lê nesse livro. Mas só os padres dizem isso. É verdade que se não deve começar a coisa muito cedo. Entretanto, uma vez que se chegue aos vinte anos...”

É isso, meu filho? “São os padres que o dizem?”

Se não te aborrecem, lê as seguintes declarações, não de sacerdotes, mas de médicos de reputação mundial:

Krafft-Ebing afirma que todo homem normalmente desenvolvido pode viver em castidade, sem que a sua saúde sofra a menor alteração após a sua continência (Psychopathia sexualis, 1876, p. 104).

Forel, célebre neurólogo de Zurique, escreve em seu livro Die Sexuelle Frage: “Em circunstâncias normais, para um moço que trabalha com seriedade, intelectual e sobretudo fisicamente, e que se abstém dos narcóticos que paralisam a vontade da memória, assim como das bebidas alcoólicas, a continência não é de modo algum impossível.

Sua saúde não sofre com ela. Jamais encontrei uma doença nervosa como resultado da continência, mas sim, muitas causadas pelas sífilis e outros desregramentos. Sustentamos mesmo que, para os jovens, a castidade até ao casamento é não só moral e esteticamente, senão também higienicamente, o melhor modo de viver”.

O Dr. Rossier assevera: “Também eu me sinto feliz por ser contado no meio daqueles que têm a coragem de afirmar que a castidade não prejudica, de modo algum, a saúde do jovem. Gostaria de dizer a cada um em particular: Não creias nos médicos que te desaconselham a viver casto antes do casamento, pois esse parecer é errôneo e prejudicial”.

O Dr. Herbst, médico de Nuremberg, escreveu: “A abstinência perfeita não faz tanto dano quanto a imoralidade”. Deve-se declarar do modo mais peremptório que tal afirmação é falsa. A abstinência perfeita não faz nenhum dano. Quem diz o contrário comete grave erro, ou procura justificar os seus próprios atos. Cumpre-me dizer também outra coisa: A abstinência é possível, mas deve-se praticar não só corporalmente, senão ainda espiritualmente. Não só o corpo precisa de abstinência, mas também a imaginação. A vida verdadeiramente pura é possível, e, sobre ser possível, é acompanhada de grande benção”.

No segundo Congresso Internacional de Profilaxia Sanitária, que se realizou em Bruxelas, de 1 a 6 de setembro de 1902, foi adotada a seguinte resolução: “Deve-se sobretudo ensinar à mocidade que a castidade não é absolutamente nociva à saúde, mas chega a ser recomendável sob o ponto de vista médico”.

E acede o Dr. Surbled: “Viver casto é possível, e nunca perigoso. A devassidão pode causar muitos males, mas a castidade nunca. O que prova é o fato de muitas obras tratarem das doenças que resultam dos excessos sexuais, ao passo que as doenças que seriam causadas pela continência ainda esperam o seu historiador”.

A Faculdade de Medicina da Universidade de Cristiania fez a seguinte declaração: “Nesses últimos tempos, afirmou-se pela imprensa e, até, em congressos que a vida moral e a continência sexual são prejudiciais à saúde. Ora, essa é uma afirmação inteiramente falsa. Não conhecemos doença alguma que se possa atribuir a uma continência perfeita e a vida moral”.

Assinaram essa declaração: J. Nikolaíyson, E. Winge, Jakmann, J. Heiberg, J.Ijort, J. Wann, Muellere E. Schoenberg, professores na Faculdade de Medicina na Universidade de Cristiânia.

“A abstinência absoluta para homens não casados não é só necessidade moral, mas também a necessidade de higiene. Com toda a verdade podemos ratificar esta rigorosa sentença, expressa por Mobius: “Todos os médicos que dizem o contrário são piores que a peste” (Dr. W. Bergmann: Império sobre si mesmo, Herder, 261). “O médico que aconselha os jovens a procurarem certas casas perpetra conscientemente um crime. A ciência não conhece nenhuma doença cuja causa seja a abstinência sexual” (Dr. Ziemssen cit. Berger: Viver puramente. Tirólia, Innsbruck, 71).

Mantegazza, fisiólogo italiano, deixou escrito o seguinte: “Todos os homens, e sobretudo a juventude, podem fazer em si mesmos a experiência dos benefícios causados pela castidade. A memória é fácil e tenaz, o pensamento vivo e fecundo, a vontade robusta, e o caráter atinge uma energia que os depravados não conhecem. Nada nos mostra o que nos rodeia em cores tão belas como o prisma da castidade, que projeta o seu arco-íris sobre todas as coisas do mundo e proporciona contentamentos sem a menor sombra” (Apud Foerster: Jugendlehre, 1913, p. 625).

“O que sei com certeza é que tenho visto muitos casos onde a vida foi bem gozada, e, depois, veio esgotamento, a paralise, a loucura; conheço no mínimo umas vinte doenças diferentes cuja causa foi a vida desregrada; nunca vi, porém, nenhuma doença cuja causa fosse a pureza da vida” (Mantegazza: Guia para os estudantes alemães. Herder, 1922. P. 157).

O mesmo autor assevera no livro “Neuropathia sexualis virorum”.

“O povo em geral, bem como certos médicos, prazerosamente esposam a opinião de que é nociva a abstinência na vida sexual; tal opinião é perigosíssima para a juventude, porque a leva conúbio ilícito e a atos genésicos pecaminosos. Contra essa errônea opinião não podemos deixar de lançar o nosso veemente protesto” (Wegener: Nós Homens Jovens, Düsseldorf, 1906, p. 15).

Eulemburgo, professor de psiquiatria na Universidade de Berlim, declara: “Duvido que qualquer pessoa tenha jamais ficado doente, e sobretudo neurastênica, unicamente por causa da continência ligada à uma vida razoável. Considero tal afirmação, tantas vezes repetida, uma parolagem vazia e insignificante” (Apud Foerster, op. cit. p. 625).

Oesterlan em sua obra intitulada Handbuch der Hygiene, observa: “O jovem e igualmente a jovem deverão praticar a continência até que chegue a sua época. Isso não lhes será difícil, se refletirem em que todo o seu futuro, principalmente a sua felicidade no casamento, depende do modo como tiverem vivido na juventude. Devem os moços saber que saúde robusta, energia viril e consciência reta são os ricos e belos frutos da continência juvenil”.

“A continência é possível” ­ꟷ escreve a Dra. Emanuela Meyer ꟷ “é possível sem prejuízo da saúde; demonstraram-no centenas de milhares de pessoas” (Von Maedchen zur Frau, Estugarda, 1917, p. 121).

São do Dr. Stark, conselheiro de higiene, as seguintes palavras: “Não esposo a opinião de que a abstinência pura na vida sexual seja a causa da nervosidade. Não conheço nenhum caso disso”.

Também o Dr. König disse francamente: “Na Terra, nenhuma virtude tem tanta recompensa quanto a pureza e a fidelidade no casamento”. (Marco na vida dos homens jovens, p. 12).

“Os médicos que aconselham os jovens a procurarem fora do casamento a satisfação do instinto sexual tornam-se culpados de uma leviandade imperdoável. Quando um moço se queixa de dores na cabeça, pulsações cardíacas, deve ser submetido a minucioso exame para saber se não se entrega demais ao álcool, ao chá, ao café ou ao fumo. Deve-se também averiguar se leva uma vida regular ou se outro motivo existe para o seu mal-estar. Mas aquele conselho, tão despido de escrúpulo, não deve ser dado” (Hersen, professor de medicina em Lausane, Suiça).

Maximiliano Gruber, notável professor em Munique, manifesta-se a esse respeito, tendo em vista as teorias, experiências e estatísticas: Não há quem possa demonstrar que a abstinência sexual é nociva à saúde; muito ao revés disso, todas as pessoas que precisam produzir árduo trabalho físico ou espiritual hão de notar que a abstinência é fonte poderosa de energia para levar a cabo o seu empreendimento. Os atletas do tempo antigo o sabiam, como o sabem grandes esportistas da nossa era e também os veros cientistas e os artistas produtores” (Suszai: Guia para a vida cristã, Kolosvar, 1910, p. 82).

“Podemos afoitamente asseverar que a abstinência nunca foi prejudicial para pessoa alguma, ao passo que as delícias da vida sexual tem sido muito nocivas para inúmeros indivíduos” (Stikers: Vida sexual e propagação do ponto de vista médico, Muenchen-Gladbach, 1916, p.60).

Escreve o Dr. May: “Na minha pratica cerca de trinta anos, tenho visto muitas vítimas da vida imoral, mas vítimas da abstinência moral nunca vi nenhuma” (Hammelrath: Força dos teones e a questão sexual, Trier, 1917, p. 65).

Um testemunho provindo das escolas de Karlsuhe: “Não tem fundamento a afirmativa de certos sabedores superficiais de que o instinto sexual sufocado pode causar doenças. Nenhum médico digno do seu nome poderá asseverar que tal ou tal doença tenha por causa a abstinência sexual. Não há médico de consciência que se não corra de afirmar que um homem, para ter saúde, não deve praticar a abstinência sexual. Por ser abstinente, nunca homem algum deixou de gozar boa saúde” (Dr. M. Asaba e Dra. Asia: O que uma moça deve saber, Budapeste, 1931, p 31).

“Os homens abstinentes , às vezes, têm poluções, o que é um processo natural, e não doentio” (Dr. H. Paul: Sê puro na tua juventude, Estugarda, p. 62-63).

“A moral religiosa corresponde à lei da higiene” (Ibidem, p. 70).

“De maneira geral, são os mesmos problemas mais íntimos da vida conjugal, as exigências da higiene e as da moral. Assim, a pureza sexual, a exigência da vida matrimonial, a condenação da esterilidade artificial, do aborto, dos gêmeos, são leis da religião, da moral, e para o médico são dogmas da higiene. Os conselhos do médico sobre a vida sexual e sobre os erros perigosos na vida matrimonial são uma como propaganda da moral” (Dr. Luís Hajpós: O Matrimônio e a

Ciência Médica, 1930, p. 257).

Veja como a Federação dos Escoteiros Húngaros se manifesta sobre esse assunto: “Se depois do que disseram Forel, Krafft-Ebing, Rohleder, Seved, Ribbing, Mantegazza e outras celebridades mundiais, haja alguém que tenha o ousio de afirmar que a vida casta é perniciosa para a saúde, ou que, segundo as leis da moral cristã, é impossível viver, não se pode deixar de considerar esse alguém como grande impertinente, cuja inteligência é certamente muito curta e obscura, e a sua vida moral deve ser defeituosa” (Sik: Livro dos Guias dos Escoteiros Húngaros, Budapeste, 1922, p. 62).

Haja vista ao nobre rigor com que a esse respeito se exterioriza o Grupo da Sociedade Médica Húngara: “Em nome das médicas cristãs, cuja fé e cuja ciência juntamente ninguém poderá negar, queremos bradar, alto e bom som, para que a mocidade feminina, ouça claramente, sobretudo nos momentos de tentações e perigos: não é verdade que a abstinência na vida sexual seja nociva. Não há nenhum médico de caráter que possa afirmar ser causa de qualquer doença a abstinência moral...”

É bem alta a cifra das estatísticas de moças e meninas infelizes pela falta de abstinência sexual ou por culpa dos pais, as quais foram parar nos hospitais de alienados ou nos institutos de cegos, ou nas cadeias”.

Eis aí um punhado de afirmações de médicos sérios. Repito-o: Não são padres que assim falam, mas eminentes médicos. Acrescenta a isso um número infinito de misérias, ruínas e doenças que andam a par da impureza; isto faz com que, em consequência de uma só noite, milhares e milhares de moços sejam esmagados pelo peso de uma doença vergonhosa, por muitos anos, ou até completamente arruinados de corpo e alma. Isso é o que deves dizer aos camaradas que te vêm falar das consequências prejudiciais e da impossibilidade da castidade. Mostra-lhes esses numerosos hospitais e asilos, em que se agitam milhares de infelizes vítimas da impureza; e, ao invés, pede-lhe que te mostrem, se forem capazes, um único hospital em que se tratem aqueles que adoeceram em consequência da sua continência. Que te mostrem apenas um!

E o que nós vemos nos indivíduos manifesta-se da mesma forma nos povos. A história fala de grandes nações que desapareceram por causa da vida dissoluta de seus habitantes, mas não conhece nem uma que tenha sido levada à ruína pela vida pura, casta e honesta.

ꟷ A Casta Adolescência, Mons. Tihámer Tóth


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