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O que a final da Champions League tem a ver com o aborto?


Real Madrid e Liverpool disputam a final do maior campeonato de clubes do mundo. Aparentemente, apenas mais um grande evento que atrai a atenção de todos. Mas, por trás do espetáculo, uma história marcante: o maior craque do jogo, Cristiano Ronaldo, quase foi morto no ventre de sua mãe.

Dolores Aveiro, deu à luz Cristiano Ronaldo em 1985, na Ilha da Madeira, em Portugal. Já havia tido três filhos e pensava em abortar o quarto. "Eu tinha 30 anos e já tinha 3 filhos. Eu pensei, o que vou fazer com outra criança? Contei à minha irmã, que era a pessoa com quem mais conversava. Ela dizia que tomar uma cerveja preta e tomar chás faria bem (para abortar). Resolvi ir ao médico e falei que gostaria de abortar", contou a mãe de Cristiano Ronaldo.

“Ele falou que não iria fazer porque eu era muito nova e esse menino me daria uma alegria. Quando eu dei à luz, foi uma alegria. Como tinha bebido muito chá, tinha dúvidas se viria perfeito. Ele falou que esse bebê tem pés de jogador de futebol”, contou Dolores Aveiro.

Diante desse história, podemos nos perguntar quantos gênios do esporte, da ciência, das artes, da filosofia, da medicina, deixaram de vir a este mundo por terem sido abortados. Quanto bem deixou de ser feito a humanidade pela morte de milhões e milhões de bebês nos ventres de suas mães?

A história de Cristiano Ronaldo e de sua mãe não deixa dúvidas de que não há dificuldade econômica, social ou de qualquer outro tipo que justifique o aborto. Aquele lugar comum – “se esse bebê nascer nessa pobre família, não terá um futuro e sofrerá” – não pode ser usado como desculpa para assassinar uma pessoa. O futuro é imprevisível e não cabe a nós prevê-lo. E, mesmo que o bebê nasça numa situação de pobreza e permaneça nela por toda a sua vida, esta não valeria a pena ser vivida? Ou a vida só tem valor quando possuímos bens materiais? Não seria esse pensamento fruto de uma concepção materialista e reducionista do homem?

Muita vezes, nos deparamos com pessoas pobres que aproveitam e saboreiam a vida muito mais do que ricos. A ideia de que uma pessoa pobre não pode vir a existência é não compreender que não é o conforto ou a ausência de sofrimentos que torna uma pessoa feliz: é, ao contrário, a capacidade de superar as dificuldades da vida e tomar a própria cruz. E, tanto ricos quanto pobres, se não compreenderem essa verdade, serão infelizes.

Sim, vivemos num mundo que acredita que apenas uma vida sem cruz vale a pena ser vivida. Mas um vida sem cruz não existe, e um mundo que pensa que ela existe acabará por se voltar contra a vida mesma. Vivemos ou não numa “cultura da morte”? 


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