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Fundamentos da Lectio Divina

Atualizado: Mai 22

"A leitura procura a doçura da vida bem-aventurada; a meditação a encontra; a oração a pede; a contemplação a experimenta" - Dom Guigo (†1188)


A Lectio Divina é uma forma de leitura da palavra de Deus que remonta aos primeiros padres da Igreja. A rica tradição espiritual que a fundamenta, entretanto, muitas vezes é esquecida ou mal compreendida, reduzindo a leitura orante da Bíblia a uma mera forma de estudo – caindo no intelectualismo, afeito ao estudo desordenado – ou a uma forma confusa de meditação, em que se busca a satisfação interior em si mesma, modo de oração muito típico da devotio moderna.


Sem compreender o cerne da Lectio Divina, corremos o risco de não haurir dela todo o seu tesouro. “A palavra de Deus é viva e eficaz”, mas só se encontra um “terreno fértil”. Este texto pretende apresentar, por alto, as condições para que a Palavra de Deus encontre nossas almas bem dispostas para que floresça e nos aproxime cada vez mais de Cristo, a Palavra Única de Deus.



A Palavra de Deus


Um dos primeiros erros que podem cair os que se aventuram na Lectio Divina é compreendê-la como uma mera forma de leitura. Nos tempos em que vivemos, a palavra "leitura" adquiriu um sentido associado ao estudo, como forma de se obter certos conhecimentos, ou a um tipo de lazer ou distração. O termo Lectio, em latim, remonta a uma tradição milenar muito mais profunda. Por isso mesmo, não se recomenda a tradução do termo para o português, pois corre-se o risco de compreendê-lo mal.

Quem empreende a Lectio Divina deve se aproximar da Palavra de Deus com reverência e temor, pois crê firmemente que Deus revelou o que está sendo lido. A atitude interior deve ser semelhante à daqueles que ouviram Esdras lendo e explicando a Palavra de Deus: prostraram-se por terra com um profundo temor. Não se pode fazer outra coisa diante do divino.


Aquele que começa a Lectio sem a consciência clara de que está lendo uma Palavra divina não conseguirá vivê-la. Será “terra dura”, na qual a Palavra cairá, mas não poderá fincar raízes.


Em paralelo à reverência, deve-se compreender as palavras da Escritura como palavras vivas, dirigidas a Deus a cada pessoa que as lê com o coração disposto para discernir a vontade divina. Quando Jesus se apresentou na sinagoga para ler a profecia de Isaías, disse: “Hoje essa profecia se cumpriu”. Da mesma forma, todas as vezes que nos aproximamos dos textos sagrados, devemos considerar:


"Que adianta, com efeito, ocupar o tempo em contínua leitura, percorrer os feitos e os escritos dos santos, se não esprememos o seu suco, mastigando e ruminando, e não o passamos até ao mais íntimo do coração, engolindo, a fim de por eles considerarmos diligentemente o nosso estado, e cuidarmos de praticar as obras daqueles cujos feitos queremos ler freqüentemente?" - D. Guigo, Cartuxo.


O que faz a Lectio também deve compreender que toda a Escritura deve ser compreendida como um todo unitário, cuja chave de leitura é Cristo. Tanto o Novo quanto o Antigo Testamento falam de Cristo, o primeiro na realidade e o segundo em imagens. “Toda a divina Escritura nos fala de Cristo”, disse Hugo de São Vítor.


A Bíblia não é uma mera coleção de textos, mas uma semente de vida eterna, que deve germinar na vida de cada homem, nutri-lo e acompanhá-lo em sua santificação. Mas para tornar a palavra escrita em Palavra viva são necessários a comunhão e o respeito ao magistério da Igreja e à Tradição.


Nesse sentido, rememoramos as questões 879 e 882 do Catecismo de São Pio X:

"879) É necessária a todos os cristãos a leitura da Bíblia? A leitura da Bíblia não é necessária a todos os cristãos, sendo, como são, instruídos pela Igreja; mas é contudo útil e recomendada a todos". 

"882) Por quem podemos nós conhecer o verdadeiro sentido das Sagradas Escrituras? O verdadeiro sentido das Sagradas Escrituras podemos conhecê-lo só por meio da Igreja, porque só a Igreja é que não pode errar ao interpretá-las".



A Liturgia e a Lectio Divina


O leitor da Palavra deve estar unido à Igreja, pois ela é a garantia de autenticidade e da correta interpretação da Bíblia. A Lectio, para não redundar em uma leitura e oração subjetiva, deve brotar da união do fiel com a Igreja, sem a qual a Palavra de Deus torna-se morta e sujeita a interpretações errôneas. Essa união do fiel com a Igreja fortalece-se, principalmente, pela participação da Missa e dos sacramentos. A participação da Liturgia da Palavra e da Eucaristia enriquece a Lectio Divina. A oração pessoal deve perpetuar o que foi ouvido da Igreja e alimentar, cada vez mais, a nossa união com a Esposa de Cristo.


Na Liturgia da Missa ocorre perfeitamente aquilo que deve acontecer na Lectio Divina: Cristo torna-se presente e a palavra escrita torna-se viva. Esta é a razão de a Liturgia Eucarística ser antecedida pela Liturgia da Palavra: nos recordar que as palavras das Sagradas Escrituras são vivas e tornam-se vivas apenas pela ação da Igreja.



Etapas da Lectio Divina


Dom Guigo, o Cartuxo, religioso do século XII, escreveu uma carta que descreve cada uma das etapas para que seja feita a Lectio Divina. “A Escada do Claustro”, título da carta, a divide em quatro partes. Parafraseando a Cristo, que disse “Pedi e recebereis; buscai e achareis; batei e vos será aberto”, D. Guigo assim descreveu o processo da Lectio Divina: “Buscai na leitura, e encontrareis na meditação; batei pela oração e entrareis na contemplação”.



Primeiro passo: Pedir o Espírito Santo


Esse primeiro passo é o mais essencial. Ao ler as Escrituras somos como cegos incapazes de perscrutar o seu sentido e de compreender a vontade Deus. Devemos dizer a Deus, no início de nosso oração: “Senhor, abri meus olhos para que eu veja”, ou coisas semelhantes.


Toda leitura da Palavra pressupõe a invocação do Espírito Santo, pois é Ele que faz Cristo efetivamente presente. Não à toa, antes da Consagração, o Sacerdote invoca-O – a epiclese -, pois sem a Sua ação Cristo não pode tornar-se presente no altar. O fiel, unido à epiclese da Igreja, deve invocar o Espírito Santo, pedir-Lhe verdadeiramente que o ilumine e o conduza na oração. Deve implorar: “Senhor, abri meus lábios e anunciarei o Vosso louvor”.


A súplica deve ser confiante, na certeza de que o Espírito Santo será concedido, conforme o próprio Cristo nos prometeu. Dessa forma, o Espírito Santo que inspirou os livros sagrados pode inspirar cada leitor, como escreveu São Gregório Magno: “O mesmo Espírito que tocou a alma do profeta, toca também a alma do leitor”.


A invocação do Espírito nos ilumina e nos torna dóceis, leva a um arrependimento dos pecados e permite a correta disposição para a leitura. Assim, em nossa Lectio, não devemos partir diretamente para a leitura do texto sagrado. Devemos nos colocar em espírito de oração e pedir o socorro de Deus, que nos guiará em nossa oração.


Para que a Lectio seja divina, e não meramente humana, o Espírito Santo age. Dizer isso significa que, quando entramos na Lectio, não buscaremos o que queremos ouvir ou o que nos agrada. Essa atitude bloqueia a ação do Espírito, porque estaríamos procurando a nós próprios e não a Deus. Abrir-se ao Espírito Santo é ser completa e totalmente dócil a Ele. Não significa “sentir” alguma coisa, porque, muitas vezes, não sentimos nada quando rezamos. É um simples voltar de olhos a Deus, como um “servo que olha as mãos de seu Senhor”. Aquele que busca somente consolações corre o risco de abandonar a oração quando elas não vêm. Sejamos dóceis e aceitemos as consolações e as desconsolações que Deus quer nos enviar.



Segundo passo: A Leitura


Para que a leitura seja autêntica, devemos nos ater a algumas condições. A primeira delas é que devemos determinar um tempo diário para a Lectio, em que podemos ficar em silêncio sem sermos incomodados. Um momento em que esquecemos de nossas preocupações e nos voltamos a Deus. Por isso, é necessária uma certa ascese, um compromisso firme de ser fiel à Lectio. Aquele que desiste facilmente e tem uma vontade fraca, dificilmente beberá desse manancial de graças. É necessário persistir e insistir.


“É absolutamente necessário procurar a Deus com energia, se nós quisermos encontrá-Lo com mais doçura, pois se nós O buscamos, é para encontrá-Lo com mais doçura, e se O encontramos é para O procurarmos com mais ardor”, escreveu Santo Agostinho.


Quem relega a Lectio para as horas vagas já demonstra não ter a disposição de espírito necessária. É terra dura, em que cai a semente que não cria raízes.


A segunda condição é saber escolher a passagem bíblica que será lida. Não se pode ler a esmo as Sagradas Escrituras ou escolher as passagens de acordo com nossos gostos pessoais, pois assim a Bíblia seria um livro em que procuramos o que queremos achar e não a vontade de Deus. Podemos cair na tentação de escolher apenas as passagens que nos fazem tremer ou nos dão consolações. “Deus não quer as tuas palavras, mas o teu coração”, disse Santo Agostinho. Assim, mesmo aquelas passagens em que não encontramos exultação interior, devem ser lidas; mais importa nossa atitude interior do que nossas palavras.


Devemos estar prontos para ouvir o que não queremos ou mesmo para ficarmos em silêncio quando não encontramos palavras. Afinal, uma verdadeira amizade também se alicerça nos silêncios, o que deve ocorrer com nossa relação com Deus.


Por isso, recomenda-se seguir um plano objetivo na escolha das passagens. Escolha um Evangelho, por exemplo, e faça Lectio a partir dele durante um tempo. Ou, se preferir, siga o Evangelho diário da Missa. Devemos deixar que as Escrituras nos surpreendam, que as passagens apareçam sem a nossa interferência. Recomenda-se, também, que o iniciante comece por textos do Novo Testamento, que são mais fáceis para meditar, muitas vezes.


Não devemos, também, ler longas passagens. Leiamos alguns versículos por dia ou um capítulo. Às vezes apenas uma frase é suficiente para ser combustível de toda uma Lectio. Quantidade não é qualidade.


A terceira condição é não confundir a leitura com um estudo. Há passagens que são de difícil compreensão. Uma tentação em que poderíamos cair seria “quebrar a cabeça” para compreendê-las. Entretanto, isso nos faria sair do diálogo amoroso com Deus. O estudo bíblico pode e deve ser feito, mas nunca durante a Lectio. Aliás, conhecer a Bíblia, sua história e seu sentido, ajuda na Lectio, mas o estudo e a Lectio são duas coisas distintas que devem ser feitas em momentos distintos.


Chegado o momento da leitura, devemos empreendê-la com toda atenção, usando nossa inteligência, vontade e corpo. Devemos, antes de tentar compreender o que está sendo lido, ler a passagem diversas vezes. Alguns não encontram matéria para meditação em determinada passagem porque a leem com desatenção ou a leem apenas uma ou poucas vezes. É necessário ruminar o texto, gravá-lo na memória, compreender o que diz, sem pressa, com vagar. Aquele que tem pressa de terminar a Lectio não se abre inteiramente.


Devemos ser como pescadores que lançam a rede muitas vezes até pescar um peixe. Numa primeira leitura, a passagem não nos apresenta nada; numa segunda e terceira, ela começa a se desvelar até chegar o momento que passamos da leitura para a meditação, quase que naturalmente. Esse processo de releitura das mesmas passagens foi chamada de ruminatio. É memorizar, não apenas com a inteligência, mas com o coração, para que a palavra lida torne-se realmente presente ao nosso espírito.


Deus quer falar conosco e Ele se utiliza das Escrituras para isso; quem faz a Lectio deve buscar na leitura aquele HOJE e perguntar-se: “O que Deus quer me falar agora?”. Ler as Sagradas Escrituras como dirigidas para nós: essa deve ser nossa atitude.



Terceiro passo: A Meditação


Após a leitura e a ruminatio, introduz-se a meditatio. A meditação é tornar a Palavra de Deus viva, presente em nós a tal ponto que é capaz de nos levar ao passo seguinte da Lectio: a oratio.


A meditação é, antes de tudo, buscar o gozo das Escrituras e não a sua ciência. Para atingir o verdadeiro gosto pelas Escrituras é necessário um trabalho árduo, de perseverança. Na tradição monástica, foram descritos diversos modos de meditar. Entretanto, a meditação não pode ser resumida a métodos prontos; ela deve brotar da disposição de quem reza de procurar o significado espiritual da Palavra e de guardá-la em seu coração, como Maria, que se perguntou “o que significava aquelas palavras” (Lc 1, 29) e que “as guardou no coração” (Lc 2,19).


Se meditamos, por exemplo, na seguinte passagem: “Bem-aventurados os puros de coração, porque deles é o Reino do Céus”, devemos, antes de pedir a pureza, compreender o que seja, trazer em nossa memória outras passagens que falam dela, ver a sua grandeza e importância, para que nosso coração comece a desejá-la verdadeiramente. Meditar é sair da epiderme do texto e entrar em sua profundidade, pois só assim nosso coração começará a desejar a Palavra de Deus e a realizar o que ela nos pede.


A meditação inicia o diálogo entre Cristo e nós, dilata nosso coração para acolher a Palavra de Deus. J. Leclercq assim a descreveu:


“Quando o monge lê, que ele busque o sabor e não a ciência. A Sagrada Escritura é o poço de Jacó de onde se tira a água que se derrama em seguida no coração. Ora, não será necessário ir ao oratório para ali começar a rezar, mas na própria leitura haverá meios de rezar e de contemplar”.


A meditação nos prende a um mesmo texto, para que procuremos nele cada vez mais sua profundidade inesgotável. Por essa razão, pode-se meditar sempre a mesma passagem: nunca conseguiremos esgotá-la.



Quarto passo: A Oração


A oratio é o fim para a qual tende toda Lectio. Por esse motivo, não se pode impor regras ou métodos estreitos acerca dela, pois ela é toda individual, um conversa íntima entre a alma e Deus. Ela resulta da meditação feita, de um coração que transborda e devolve a Deus aquilo que recebeu nos passos anteriores.


Os passos até aqui expostos podem ser resumidos a uma escuta da Palavra de Deus; a oração, por sua vez, é um falar com Deus. “Quando escutas, Deus te fala; quando oras, falas com Deus”, escreveu Santo Agostinho.


Entretanto, apesar de não haver regras frias acerca da oração dentro de uma Lectio, é importante frisar alguns pontos. Tendemos a reduzir a oração para a sua forma de deprecação, quando pedimos a Deus graças e coisas necessárias. Não há nada de errado em pedir, mas a oração dentro de uma Lectio se expande a muito mais do que isso: ela se reveste de ação de graças, que é quando reconhecemos o amor de Deus e entregamos tudo a Ele. Essa é a oração perfeita que deve surgir de nosso coração. Se Ele se ofereceu inteiramente a mim em sua Palavra, devo oferecer-me inteiramente a Ele na oração. É a resposta que Deus nos pede.


Não são necessárias palavras bonitas ou frases bem construídas. Às vezes, repetir ou se utilizar das palavras das Escrituras é o suficiente. Tomemos o exemplo de Nossa Senhora, no seu canto de ação de graças Magnificat. Ela não inventou as palavras de sua oração. Basta ver o canto de Ana, mãe de Samuel, no Antigo Testamento, para percebermos o quanto Nossa Senhora se inspirou nele.


Não é a originalidade que ganhará o coração de Deus; mas a entrega sincera de nosso coração a Ele, com humildade e simplicidade, reconhecendo, muitas vezes, nossa incapacidade de rezar e nossa necessidade de tomar palavras emprestadas da própria Palavra de Deus.


A oração também deve ser revestir do desejo de permanecer ao lado de Deus, numa conversa tranquila e íntima. Aqui, também, como na leitura, a pressa em terminar a oração revela pouco em desejo de permanecer com Deus.


Após a oração, se Deus permitir, pode surgir o cume da Lectio, que é uma oração sem palavras: a contemplação.



Quinto passo: A Contemplação


Chegar à contemplação não é fruto de nossos esforços. Deus a concede quando quer a nós. Devemos, no entanto, preparar nosso coração para ela quando vier, no silêncio, na leitura meditada e na oração. A contemplação é um "simplex intuitus", um simples olhar, como dizia Santa Teresinha, a Deus. É um olhar que não se utiliza de palavras, que se contenta com a presença do amado. Um olhar de humildade, pois a alma reconhece, nesse estágio, sua incapacidade e pequenez.


Pouco pode-se falar sobre a contemplação. Os santos que viviam constantemente nela não podiam relatá-la com precisão. Por se tratar de uma oração sem palavras, que nos eleva a Deus, não pode existir expressões que a traduzem. João de Fécamp, um monge beneditino do século XI, um dos mais lidos escritores espirituais medievais, assim a descreveu:


“Nada alegra tanto meu espírito quanto o momento em que para ti, meu Deus, ergo o olhar simples de um coração puro! Tudo se cala, tudo é calmo; o coração arde de amor, a alma transborda de alegria, a memória está cheia de vigor, a inteligência, de luz. E o espírito todo inflamado do desejo de ver tua beleza, vê-se deslumbrado no amor das realidades invisíveis”.


O arrebatamento a que nos leva a contemplação não é meramente sensível; é um arrebatamento em que abandonamos tudo para nos entregar a Deus, a partir da fé e do amor. Este últimos nos livra do pensar muito e nos dá o desejar muito. Chega-se a se esquecer que se está a rezar. Nesse sentido, Santo Antão escreveu: “A oração não é perfeita quando o monge conserva a consciência de si mesmo e a consciência de rezar.”


Chegado a este estágio, não se pode falar mais nada. Cada alma deve descobri-lo por si.



Conclusão


É desnecessário dizer que a Lectio Divina não se reduz ao momento em que a fazemos. Ela deve reverberar ao longo de todo o nosso dia, para que coloquemos em prática aquilo que rezamos. Santo Ambrósio assim escreveu:


“A Lectio Divina nos leva à prática das boas ações. Realmente, da mesma forma que a meditação das palavras tem por fim sua memorização, de modo que nos lembremos das palavras meditadas, assim também a meditação da Lei, da Palavra de Deus, nos faz tender para a ação, ela nos impele a agir”.


Tudo o que aqui foi exposto baseia-se em uma longa tradição espiritual, principalmente monástica. Mas não podemos cair na ilusão de que a Lectio é um método a ser seguido com rigor. Cada alma tem suas particularidades. O exposto aqui são as linhas gerais, que podem guiar e dar diretrizes mínimas aos que querem começar a fazê-la.


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